Servidores não serão demitidos após reforma administrativa do Estado


18/11/2010 - 10:11

O coordenador de Comunicação do Estado, Fenelon Rocha, afirmou que a reforma administrativa não provocará a demissão de servidores. Até o final da próxima semana, o governador Wilson Martins terá uma definição sobre a reforma da máquina administrativa, que será votada pela Assembleia Legislativa ainda neste mês.

O coordenador garantiu que servidores de órgãos extintos serão absorvidos por outras pastas. "Não há nenhuma intenção do governador em deixar servidores desempregados. Vai ocorrer contenção de estruturas, mas de pessoal não há essa finalidade", garante.

Fenelon Rocha falou ainda que não há intenção do governador em extinguir as secretarias. Provavelmente serão feitas junções de coordenadorias e diretorias. Além disso, mais uma secretaria pode ser criada. "O governador Wilson Martins teve como proposta de campanha o compromisso de criar políticas publicas voltada para a juventude. E para isso, prevemos a criação de uma secretaria ou coordenadoria", explica.

O coordenador afirma que o Estado está buscando a eficiência da máquina administrativa. "Iremos redirecionar o funcionamento dos órgãos públicos dentro da perspectiva de aperfeiçoar o serviço em busca da eficiência", acrescenta o coordenador sobre a reforma não ser somente para corte de despesas.

Fenelon não citou quais coordenadorias serão acopladas a outras. Questionado sobre a Empresa de Gestão e Recursos Hídricos do Piauí (Emgerpi), o professor afirma que a decisão ainda será tomada, mas que poderão acontecer reduções nos números de diretorias e atribuições. "Considerando que a empresa hoje tem oito diretorias, se reduzirmos para quatro já haverá contenção de despesas", declara.

Após definidas as estruturas, o Wilson Martins passará as pastas aos partidos aliados, que deverão indicar nomes que obedeçam critérios técnicos exigidos pelo governador. A partir da definição das cadeiras juntos aos partidos, será anunciada a lista dos componentes da nova gestão do governo. "Esse anúncio será feito após o Natal e antes do ano novo", finaliza Fenelon Rocha.

 

Fonte:cidadeverde.com

 

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