Minha Casa Minha Vida, 22 mil residencias são construida no Piauí



16/02/2011 - 12:02

Minha Casa Minha Vida, 22 mil residencias são construida no Piauí

O Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, está concluindo no Piauí 22 mil residências, com investimentos de R$ 1 bilhão. As casas estão sendo construídas em Teresina, Picos, Parnaíba, Floriano e Piripiri e se expandindo para outros municípios do interior piauiense.

Em Picos (306 km de Teresina), o Programa Minha Casa Minha Vida está construindo 500 casas com investimentos de R$ 18 milhões. As casas estão sendo construídas em um novo bairro, o Morada Nova. São casas a perder de vista e construídas em uma grande área com previsão de conclusão no segundo semestre deste ano.

As irmãs, a cabeleireira Ivanilda Gomes, e a balconista Ivonalda de Jesus estavam no domingo visitando o local onde estão sendo construídas as suas residências e acompanhar como estão as obras.
"A expectativa é muito grande de morar, vai ser muito bom", falou Ivonalda de Jesus.

Ivanilda Gomes já planeja montar seu salão de cabeleireira em sua casa no bairro Morada Nova.
"Eu cheguei aqui, olhei e gostei, é o lugar onde eu vou morar. Com certeza eu vou ficar muito contente", falou Ivanilda Gomes. Ela conta que tem muitas pessoas sem casas e moradia em Picos e a construção das residências pelo Programa Minha Casa Minha Vida, vai ajudar bastante a muitos habitantes da cidade.

"Era difícil construir uma casa. Agora a gente tem onde morar. Vou fazer meu salão aqui para atender toda a cidade", falou Ivanilda Gomes. Além da construção das casas, o Programa Minha Casa Minha Vida também investe na infraestrutura dos conjuntos habitacionais que constrói.

No Piauí, já estão contratadas 15 mil unidades habitacionais pelo Programa Minha Casa Minha Vida desde seu lançamento em abril de 2009. A construção das 500 casas em Picos dinamizou a indústria da construção civil e oferecendo empregos. Atualmente 300 operários estão trabalhando na construção das casas e elevando os salários dos operários. Dos 300 operários, 72 saíram de Teresina porque perceberam que em Picos poderiam ganhar mais.

O pedreiro Francisco de Assis Pires disse que o salário mínimo do profissional de sua área é de R$ 800 mil mensais, mas com trabalho extra, os pedreiros ganham R$ 1,8 mil por mês. "A gente ganha os R$ 800 dos salários e trabalha em equipe, o que passa a gente divide e o trabalho na obra dá para ganhar até R$ 1,8 mil", falou Francisco de Assis Pires.

"A gente nem lembra de comer porque quando mais se trabalha mais se ganha. Temos de aproveitar essa oportunidade", afirma o pedreiro José de Jesus Araújo, que ganha em Teresina trabalhando na construção das 4.300 casas do conjunto Jacinta Andrade, na zona Norte da capital, os R$ 800 de seu salário e no máximo um extra de R$ 100.

Única mulher entre os 300 trabalhadores da obra, a técnica de segurança Ana Paula Silva, disse que tem o respeito do servente, do pedreiro e de todos os operários. Ela trabalha com segurança para evitar acidentes de trabalho e ganha 60% a mais do que ganhava em outro emprego.

"Eu até moro em uma casa com quatro trabalhadores, mas todos são respeitadores. Até que meu noivo não gosta da ideia que eu trabalhe com tantos homens, mas entende que é meu trabalho", afirmou Ana Paula Silva.

Fonte:meionorte.com

 

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