Pesquisa aponta que classe C lidera consumo de eletroeletrônicos



16/12/2010 - 09:12

Possuir aparelhos eletroeletrônicos já não é mais um sonho distante da classe emergente. Ao contrário, a classe C hoje lidera o consumo desse tipo de produto, mostra levantamento feito pelo Data Popular.

O computador está presente em 3,2 milhões de domicílios. Desse total, 52% são da classe C. O televisor e a geladeira também passaram a ser uma realidade para os consumidores desse segmento da população, que, sozinho, movimentou R$ 20 bilhões com eletroeletrônicos.

Pesquisa aponta que classe C lidera consumo de eletroeletrônicos

"A classe C foi a grande responsável pela rápida recuperação do País, diante da crise econômica mundial", afirmou, por meio de nota, o sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles. "Enquanto economistas recomendavam moderação, a nova classe média preferiu ouvir o presidente e foi às compras", disse.

Hoje, em termos de consumo, a classe C já está no mesmo patamar de consumo que outros segmentos da população, principalmente quando se fala em refrigeradores e televisores.

Para o instituto, além dos eletros, outros itens passaram a fazer parte da cesta de consumo dos emergentes. Hoje, a compra do carro e a universidade tornaram-se objetivos planejados por esses consumidores.

Eletroeletrônicos na lista

Pesquisa realizada pela consultoria GS&MD Gouvêa de Souza mostra que 48% dos consumidores de São Paulo, Recife e Porto Alegre pretendem adquirir computadores, TVs, aparelho de som e celulares modernos nos próximos dois anos.

TVs de Plasma e LCD têm a preferência de 22% dos entrevistados. Já os computadores foram lembrados por 17% deles. Aparelhos de som (4%) e smartphones ou iPhones (5%) também fazem parte da lista de compras dos consumidores.

Considerando as vendas de eletroeletrônicos neste ano, frente a 2009, 67% dos consumidores dessas cidades adquiriram algum dos eletroeletrônicos citados.

Dentre eles, 45% daqueles que pertencem às classes C e D compraram algum aparelho no período. Já entre os consumidores das classes A e B, 94% foram às lojas adquirir algum desses produtos.


Fonte: Info Money

 

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